segunda-feira, 27 de maio de 2013

Imagine com Josh Devine

(Josh sendo sexy)
Maldito seja Josh Devine! Em plena quarta – feira e aquele demonhão resolve faltar aula. Olha se não fosse pelo fato de eu ser garota, eu juro que se ele aparecesse em minha frente eu o mataria. Eu estou puta da cara, furiosa. Como que ele pode faltar hoje? Justamente hoje? Até parece que ele não sabia que hoje era a apresentação do trabalho de literatura. Mas eu avisei, avisei o Sr. McCartney que a junção minha e dele não daria certo, todos sabem que um não suporta respirar o mesmo ar que o outro. Merda, e como se não bastasse, o maldito professor metido a Albert Einstein do futuro conseguiu me dar “F” mesmo eu explicando toda a situação.
Saio da sala da diretora furiosa, eu havia conseguido um passe livre pra detenção durante uma semana. Depois de supostamente dizer que o espertinho lá estava errado em alguma coisa. Fui até o armário, ou melhor, dizendo, ao lixomentro porque aquilo ta mais enferrujado do que minha vó. Coloquei a maldita senha, que sempre trava na primeira vez e finalmente consegui abri o poço de ferrugem. Peguei a roupa de ginástica, que graças a minha inteligência de forrar todo o armário por dentro estava em bom estado, e fui até o vestiário antes que as cheerleaders viessem perturbar o meu bom e velho raciocínio. Entrei em qualquer provador e vesti o uniforme de ginástica. Aquilo estava um pouco, mas justo do que da ultima vez, é acho que meios seios resolveram crescer. Sai quase pronta do vestiário e enquanto procurava a gominha de cabelo em minha mochila vejo os jogadores de futebol me secado. Merda. Odiava os olhares que eles lançavam sobre mim em toda aula de educação física, eu sempre tentei distinguir se eles estavam me olham por causa do uniforme justo, ou pelo fato de eu ser a única garota que se recusa a ficar me esfregando neles. Beleza fui até a quadra poliesportiva me alongar antes de correr algumas voltas por ela. Eu estava com a cabeça baixa me alongando, quando a levantei minha vontade era de esganá-lo ali mesmo. Aquele demônio do Devine estava sentando em um dos bancos do pátio rodeado por garotas loiras com peitos grandes. “Ah se eu pego aquele garoto, deixo cheio de hematoma!” A adrenalina realmente estava fluindo pelo meu corpo, e eu sabia que era hora de agir. Devine iria me pagar! Catei uma bola de vôlei que estava jogada em um canto qualquer da quadra e fui até Josh com a maior fúria do mundo. E quando eu finalmente estava com ele em minha mira a professora de Ed. F passa entre mim e ele causando mais duas semanas de detenção pra sortuda aqui.


- E-eu posso explicar! – Digo vermelha com a minhas mãos a boca. Devine e as bonequinhas deles automaticamente calaram-se e me olhavam arregalados.
- Pra diretoria, agora! – Diz a professora me olhando torto com a mão na cabeça.
- Eu sinto muito! Não era pra ter pegado em você. Era pra ter acertado ele! – Aponto para Josh que joga aquele olhar patético sobre mim.
“Ridículo”
- OS DOIS. – A professora novamente se pronuncia.
- O QUE? EU? POR QUÊ? – Diz Josh vindo até nós.
- JÁ! – Ela diz e eu e ele saímos bufando do local.


~ Na sala da Diretora ~
- Eu realmente não sei o que vou fazer com vocês dois. – A diretora Mary Kay, me fuzilava junto com o senhor popularidade com os olhos.
- É tudo culpa dela! - Aquele maldito agora resolve falar.
- MINHA DEVINE? MINHA? – Falo grossa.
- É claro! Eu não fiz nada! – Ele me retruca.
- EXATAMENTE POR ISSO QUE EU FIZ O QUE FIZ! – Grito.
- Hey vocês dois! – Mary bate na mesa nos chamando atenção. - Mas respeito em minha sala! – Ela fala alto.
- Me desculpe. – Josh e eu falamos nos virando novamente pra ela.
- Vamos resolver isso com calma. Agora Seu Nome, você pode me dizer o por daquela bola tentar acertar a cabeça do senhor Devine?
- Simplesmente porque ele me deu um bolo hoje na aula de literatura e por causa disso eu tirei um zero bem gostoso com o senhor Sr. McCartney!
- Onde você estava nessa aula Josh? – Diz a diretora colocando os cotovelos sobre a mesa.
- Olha diretora, eu ia avisar ela. Eu tive treino durante a aula de lite...
- E POR QUE SANTO CRISTO NÃO AVISOU?! – Olho pra ele sério.
- Porque eu não tinha teu numero nem havia te visto. – Ele sorri debochado.
- Ok, já sei o que irei fazer. – Mary tira o seu óculos e Poe sobre a mesa. – Vocês dois iram ficar aqui durante o final da aula de hoje e só puderam sair quando fizerem as pazes e terão que me provar isso.
- Ótim. O QUE? – Eu e Josh falamos juntos nós inclinando para frente.
- Diretora você não pode fazer isso, eu tenho treino mais tarde! Não posso ficar aqui. ! Josh fala
- Ata Devine, até parece que tu és o único com compromissos.
- Aé senhorita sabichona? Então diz ai o que tu tens de mais interessante pra fazer? – Josh fala irônico e eu bufo.
- Ora... Muitas coisas! – Digo irritada.
- Ficar em casa assistindo aquele seriado patético de vampiros não conta com algo interessante. – Ele debocha.
- Olha Devine se vo...
- Shhh.! Diz a diretora avitando que eu defendesse o meu lindo Damon. – Eu já decidi. Agora os dois fora da sala.! – Ela diz e aponta para a porta. Eu e Josh saímos novamente bufando e empurrando um ao outro.

Estamos caminhando quietos.
- Viu o que tu conseguiu guria? – Ele me prende na parede.
- Bem feito pra você! Como tu disse eu não tenho nada a perder, já você. – Digo olhando pra ele. Até que é bonitinho.
- Olha se você não fosse uma garota...- Josh diz chegando seu rosto perto do meu, eu olho pros seus lábios, e ele para os meus.
“Merda”
- Você não faria nada! – Falo me soltando dele e saindo.
- Hey aonde você vai? – Ele me puxa pelo braço me virando para ele.
- Algum lugar onde eu possa ficar longe de você. – Falo soltando meu braço e sigo em frente.
Continuei as duas ultimas aulas em tranqüilidade. Até o sinal bater me lembrando o que tinha no final da aula. Merda. Fui até a sala da detenção e ele já estava lá. Para o que parece, só estávamos nós lá dentro.
- Não sabia que isso aqui é tão vazio.- Digo me sentando ao lado de Josh.
- E não é. – Diz ele se virando pra mim. – Parece que a diretora levou a sério o fato de nós nos darmos bem. – Ele diz afastando a carteira e pondo as pernas encima da mesa.
- Aff. – Digo sem animo.
- O que foi? Josh me olha.
- Nada. – Falo cruzando os braços. - Deve ter algo que se possa fazer por aqui. Me levanto e vou fuchicar o armário. Josh fica me olhando.
- O que foi? – Falo vermelha.
- Até que você não é de se jogar fora. – Diz ele e se levanta.
- Cale a boca Devine! – Bufo e continuo a procurar algo para fazermos. Sinto algo atrás de mim, quer dizer, alguém. Josh
- Que você ta fazendo? – Viro um pouco do meu corpo pra trás e o olho fixo.
- Te ajudando. – Ele fala e começa a fuchicar o armário também.


- É acho que não tem nada. – Digo e coço a cabeça.
- Me deixaeu ver. – Ele me se mete do meu lado agora. – Bom, podemos escolher entre algumas goma de chiclete, dois óculos de festas quebrados e um lápis de cera verde. – Diz rindo pondo os braços escorados na parte de cima do armário.
- Prefiro ficar sem fazer nada obrigada. – Digo e sento novamente.
- Hey me diz ai, por que você tem tanta raiva de mim? – Josh senta ao meu lado.
- Porque sim. – Digo fria e reviro os olhos.
- Aff SeuNome, to falando sério. – Josh me olha.
- Eu só acho que você não é uma boa companhia. – Digo e dou uma pausa. -Todos dizem que você acha que todas as garotas devem ficar afim de você. Acho que tudo gira ao seu redor, se acha o mais gostoso de todos. E isso é coisa de criança!
-Ta e agora me diz. Você parou pra falar comigo, pra saber se eu sou mesmo assim? – ele me olha sério.
- Não. – Falo meio sem graça.
- Então. –Ele me olha.
- Ah Josh, mas duvido que tu também não penses algo ruim de mim pelo que falam. – O olho sério.
- Sei lá. – Diz ele e coça a cabeça. – Mas enfim, desculpa ai qualquer coisa ok? – Ele diz e estende a mão. – Amigos?
- Desculpo. – Digo e aperto a mãe dele. – E não, somos apenas conhecidos. – Sorriu.
- Ainda ta bolada por causa do senhor McCartney? – Ele ri.
- Tem duvidas? – Nós rimos.
- Talvez. – Ele diz e sorri. – Vem aqui. – Diz e vai em direção a janela.
- O que? – Falo curiosa e vou atrás dele.
- Que horas são? – Ele pergunta
- Acho que já deve ser umas cinco e pouca, ou mais. Pera vou pegar o meu celular.
- Ok, mas vai rápido. – Diz ele.
- 05h49min PM. O que isso tem haver com a janela? – Olha para Josh que apenas observava lá fora.
- Aquilo. – Ele aponta para o céu e pode-se ver o pôr-do-sol londrino.
Nós sorrimos, estávamos lado a lado, demos as mãos e seguimos a olhar para o horizonte. Nós e o silêncio humano. Tal despedida do sol presenteou-nos com fios tênues de vermelho alaranjado, que acenavam melancólicos e imortais. Persistimos para lá da intenção, degustamos lentamente, viramos costas... Soltamos as mãos e seguimos, seguimos olhando um pára o outro. Flashes fracos do pôr-do-sol penetraram a janela daquela sala, refletiam curiosamente o rosto de Devine, o deixando reluzente, o deixando notável. Seus olhos brilhavam e ele sorria meigo. Eu me aproximei e estávamos próximos, bem próximos. Ele estava pronto para me beijar, eu estava pronto para beijá-lo. Até que por certa coincidência, ou desventura ouvimos estalos vindos da porta do local, aquele barulho era-nos familiar. Alguém estava mexendo na porta, alguém estava trancando-a.
- Josh! – Digo e nos dois corremos até a porta.
Deve ser o maldito do selador sem saber que nos estávamos aqui dentro. Merda! Batemos naquela maldita porta e nada de alguém ouvir, e quem disse que o mesmo que a trancou iria ouvi-las as batidas se ele vivia com fones de ouvido. Merda.

- Desiste. - Josh põe seu braço escorado na porta e eu bufo.
- Precisamos sair daqui. E-eu, não quero dormir na escola! – Falo andando em círculos pela sala de detenção.
- E não vamos. – Josh sorri e vem até mim, eu paro de andar.
- Pensou em algo gênio? – Falo irônica.
- Devo não é. – Josh zomba.
- E o que você tem em mente? – O desafio.
- Janelas. – Ele sorri.
- Não, n-não senhor! - Me afasto. – Eu não irei dar uma de macaca e pular a janela! A lendo mais aquilo é alto!
- Tudo bem. Então iremos ficar aqui até amanhã. – Ele sente e cruza os braços.
- Chantagista desgraçado! – Digo o fuzilando e ele solta uma gargalhada. - Anda, vamos. – Me rendo.
- Que bom! – Ele ri e se levanta. – Eu vou primeiro daí você joga as coisas e depois vai. – Diz abrindo a janela.
- Josh... Eu não sei. – Falo sem graça quando eu o vejo já esta lá em baixo.
- Vêem logo, ta chovendo! – Josh fala me olhando lá debaixo.
- Eu NÃO vou conseguir! – Falo balbuciando.
- Anda SeuNome! Eu te seguro. – Diz com os olhos um pouco fechados por causa da chuva.
- Ok. – Ponho primeiro a perna direita pra fora e depois à esquerda. Estou sentada no canto da janela. – Ai Meu Deus, e-eu não vou conseguir.
- Vem, eu prometo que vai dar tudo certo. – Ele sorri e estende os braços para me pegar.
- Promete que vai me segurar? - Falo com medo.
-Prometo. – Diz Josh e eu jogo as coisas, depois de alguns segundos fecho meus olhos e pulo, caio em seus braços o derrubando no chão.
Abro meus olhos lentamente e nós começamos a rir
-Você conseguiu-Diz ele e pisco devagar - Como se sente? – ele ri.
- Bem. – Nós sorrimos. – E molhada. - Me levanto e dou a mão pra Josh se levantar.
- Aonde vamos? – Diz Josh me olhando.
- Precisamos sair da chuva não é? – Dou uma gargalha e ele sorri.
- Eu sei NE. – Ele ri. – Vamos pra casa. – Diz ele e vem ao meu lado.
- Na verdade, eu preciso pegar dois ônibus pra ir pra casa. – Falo sem jeito.
- PORRA. Isso é sério? – Josh me olha confuso.
- Sim. – Fico vermelha.
- Então você vai pra minha casa. - Ele sorri e me põe a mão em minha cintura.
- Não. – Falo rindo.
- Sim. Ou pode dormir debaixo de uma arvore. – Josh diz rindo.
- CHANTAGISTA CARA! – Digo e ponho meu braço na cintura dele.
- Olha pelo lado bom, assim não precisamos tomar banho depois. – Ele gargalha.
- Nojento! Mas se quer saber, eu não pretendo tomar banho em sua casa. – Mostro a língua para Josh.
- Ui sua nojera. – Ele ri e seguimos até a casa dele que não era muito longe da escola.
(...)
- É aqui. – Josh para em frente a uma casa branca de dois andares, com portões baixos e um quintal lindo.
- Nossa. – Eu olho cada detalhe da casa. – Que linda! – Digo.
- Obrigada. – Ele sorri. – Vem vamos pegar algo para nós secar. – Ele abre o portão e nós entramos no pátio.
- Seus pais estão em casa? – Pergunto meia sem graça.
- Não. Eles foram passar uma semana em Los Angeles. Mas ta tudo bem, não vou tentar nada com você. – Ele sorri.
- Acho bom mesmo. – Dou um soco leve nele.
-Ai! – ele faz beicinho.
- Doeu? – Pergunto.
- Sim! Vai ter que dar beijinho pra sarar. –ele zoa.
- Lezado. Você está todo molhando.
- Você também – ele ri
- Vem vamos. – Ele abre a porta e nós dois entramos, a casa era tão linda por dentro quanto por fora.
- Vou pegar algumas toalhas. – Josh diz jogando nossas mochilas em cima da mesa.
- Nosso material foi pro pau. – Digo indo até a mesa.
- Mesmo mal, assim vou ter uma desculpa para não fazer a prova de física amanha. – Ele sorri. – Já volto. – Diz Josh e instantes some da sala.
- Ta. – Falo e fico observando o local. Vejo um retrato de Josh quando criança. Pego na mão e sorriu.
- Eu era lindo não é? – Josh está atrás de mim.
- Você é. – Eu falo.
- Como é que é? - Me olha e eu viro pra ele.
- Ah não se ache. – Digo rindo e mostra a língua.
- Banho? – Josh diz.
- Pensei que você não tomava. – Eu sorriu.
- Haha. – Ele diz e pega em minha mão. Nós dois subimos até seu quarto, ele pega algumas toalhas e taca na cama. Eu estou escorada na porta.
- Quem vai primeiro? – Ele pergunta.
- Você – eu digo.
- OK. – Diz e vai até o banheiro.
Após alguns minutos Josh sai do banheiro com um roupão.
- Sua vez. – Ele fala e me joga a toalha.
Eu entro no banheiro e depois de 20 minutos saio. Minhas roupas estão pouco molhadas, continuo com as mesas. Josh está sentado na cama. Com algo na mão.
- Não é por nada não. Mas você não deve estar confortável com essas roupas. – Josh diz sem graça.
- Está tudo bem. – Falo vermelha.
- Não está não. SeuNome sério. – Josh fala.
- Mas.... – eu balbucio.
- Vais querer a parte de cima ou a debaixo? – Diz Josh levantando-se e me mostrando seu pijama.
- Devine! – Bufo
- To brincando. – Ele joga a parte de cima do pijama para mim vestir.
- Já volto. – Josh diz e vai até o banheiro de seu quarto. Ele deixa um pouco da porta aberta e eu posso ver ser abdomem bem definido. Eu reviro a cabeça e tiro o olhar dele. Espero um pouco e troco de roupa ali mesmo. Fico apenas com a camiseta do pijama de Josh. Estou me admirando no espelho do quarto de Josh. Quando sinto ele se aproximar.
- Você está linda. – Ele fala e eu sorrio.
- Obrigada Josh. – Viro-me para ele. Vou me aproximando lentamente , coloco minha mão no seu pescoço, e ele faz carinho em meu rosto, coloco a outra mão em sua face, olho em seus olhos, me aproximo um pouco mais e sinto sua respiração, ele encosta nossos lábios , um beijo sem línguas, inocente, como se fosse o primeiro, mas aos poucos se tornam movimento rápidos., Acaricio seus cabelos, e ele segura em minha cintura, parando o beijo em leves selinhos, abro os olhos e sorrio. – Me desculpa. – Eu fecho novamente os olhos e posso sentir minhas buchechas rosarem.
- Não tem o que se desculpar. – Josh passa sua mão em meu rosto. –Eu queria, eu quero isso tanto quanto você. – Josh sorri e ele me olha, cada vez mais perto e, então, brincamos de ciclope. Estamos em frente a sua cama. Josh põe sua mão direita em meus cabelos e a esquerda na minha cintura, me pucha pra perto, mais perto, então nossos lábios se unem diretamente . : http://24.media.tumblr.com/tumblr_m64t58ZCFu1r9xjxoo1_500.gif Nossa bocas lutam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando em suas cavernas, aonde um ar antigo vai e vem com um perfume antigo e um grande silencio. Então as minhas mãos procuram afogar-se em seu cabelo, acariciando lentamente teu cabelo enquanto nos beijamos como se estivéssemos com a boa cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de fragrância obscura. E, se nos mordemos, a dor é doce; e, se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo de fôlego, essa instantânea morte é bela. E já existe uma só saliva e um só sabor de fruta madura, e eu te sinto completamente em mim.
#Fim. comentem o que acharam ;3

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